Diante do avanço de ameaças automatizadas, especialistas defendem que a regulação formal da inteligência artificial seja acompanhada por acordos de cooperação entre governos e indústria. A posição aparece em matéria do Jornal Económico, que ouviu Renauld Bidou, da Fortinet, sobre o tema.
A proposta
A ideia central é que leis e normas, isoladas, não bastam. A integração entre setor público e privado visa padronizar avaliações de risco, de modo que sistemas de IA sejam analisados com critérios comparáveis entre países e empresas.
Avaliação de risco, nesse caso, é o processo de identificar o que pode dar errado no uso de um sistema e qual seria o impacto.
Infraestruturas críticas
Outro objetivo apontado é mitigar vulnerabilidades em infraestruturas críticas, como serviços essenciais dos quais a sociedade depende. Quando ameaças são automatizadas, falhas nesses sistemas podem ser exploradas com maior rapidez.
Por que importa
Ataques digitais não respeitam fronteiras. Por isso, a defesa de uma abordagem conjunta parte da premissa de que regras diferentes em cada país e a falta de diálogo com quem desenvolve a tecnologia podem deixar lacunas.
Para o público, a discussão afeta a segurança de serviços e dados usados no cotidiano.
O que observar
O debate segue em andamento, e os detalhes de como esses acordos poderiam funcionar não constam no material consultado. A matéria original traz as declarações completas do especialista.


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