A Nvidia anunciou um acordo multianual com a Thinking Machines Lab, startup de inteligência artificial fundada por Mira Murati, ex-CTO da OpenAI. Segundo o The Daily Star, em informação de 19 de outubro de 2026, a parceria prevê o fornecimento de pelo menos 1 gigawatt em sistemas computacionais.
Os termos do acordo
O fornecimento será feito na plataforma Vera Rubin, da Nvidia. A medida em gigawatt indica a capacidade de energia que os sistemas computacionais consomem, e é usada no setor para dimensionar o tamanho de grandes estruturas de processamento de IA.
Além do fornecimento, o acordo inclui um investimento direto da Nvidia na Thinking Machines Lab. O valor desse aporte não foi divulgado. O prazo exato do acordo também não consta no material disponível, que o descreve apenas como multianual.
Quem são as empresas
A Nvidia é uma das principais fornecedoras de chips e sistemas usados para treinar e executar modelos de inteligência artificial. A Thinking Machines Lab é uma startup do setor fundada por Mira Murati, que ocupou o cargo de CTO, ou diretora de tecnologia, da OpenAI.
O treinamento de modelos de IA exige grande poder de processamento, o que torna o acesso a esses sistemas um fator central para startups da área.
Contexto e importância
Acordos que combinam fornecimento de infraestrutura e investimento direto se tornaram comuns entre fabricantes de hardware e empresas de IA. Para a startup, a parceria garante acesso a capacidade computacional em larga escala. Para a Nvidia, amplia a presença de sua plataforma em um novo cliente.
O tamanho de ao menos 1 gigawatt dá uma dimensão do volume envolvido, embora o material não informe o custo do fornecimento nem o cronograma de entrega.
O que muda para as pessoas e para o mercado
Para o público, o impacto imediato é limitado: a notícia trata de infraestrutura, não de um produto novo. No médio prazo, mais capacidade computacional pode permitir que a startup treine e opere modelos maiores, mas a empresa não detalhou planos nesse sentido no material disponível.
Para o mercado, o acordo reforça a relação entre fabricantes de chips e novas empresas de IA, que dependem desses sistemas para desenvolver suas tecnologias.
O que observar daqui para frente
Pontos a acompanhar incluem a divulgação do valor do investimento, o cronograma de implantação dos sistemas Vera Rubin e os primeiros produtos ou modelos da Thinking Machines Lab que venham a usar essa estrutura.
A reportagem original está disponível no The Daily Star.


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